Sexo, sangue e rock & roll – Fatos e boatos do mundo sobrenatural (***)

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Bem-vindos, amigos de sangue

Bem-vindos, amigos de sangue. Este blog foi feito para pessoas – ops! – mortos-vivos como eu que gostam de jogar conversa fora sobre o nosso universo: o mundo dos bebedores de sangue “de verdade” e também da ficção. Enfim, é um espaço para uma boa conversa fiada regada a muitas taças de sangue e pescocinhos na mira da webcam (ai!). Entre e dê uma mordidinha...

segunda-feira, 26 de julho de 2010

O melhor da temporada (até agora)

Considerações sobre o episódio da terceira temporada de True Blood exibido ontem pela HBO Brasil (sim, estou atrasada em relação a outros fãs da série, mas minha paciência é zero quando o assunto é baixar coisas pela internet - além de ser um pouco caxias, mas isso é assunto pra depois).
1) Foi de longe o melhor da temporada. Trama bem amarrada, com doses certas de humor, intriga...
2) O personagem Franklin Mott está cada vez melhor. O ator, o britânico James Frain, está sensacional. A cena em que Tara diz a ele que os dois precisam conversar, e Franklin responde "Toda vez que me dizem isso acabo cercado por pedaços de corpo humano" foi soberba. Pena que é um personagem que não dura muito nos livros de Charlaine Harris (vamos esperar pra ver o que rola na série).
3) Outra cena bacana: quando Eric se dá conta de que foi Russell quem matou seu pai, um rei viking. E deu mais uma amostra de como Alexander Skarsgard é um ator muito interessante e sutil. Ele, que é mestre em fazer cara de paisagem (a dele é o retrato do tédio em estado bruto, se é que isso existe), era só sorrisos ao flertar com Talbot, o afetado consorte real, até encontrar a coroa de seu pai entre os tesouros de Russell. A mudança em suas feições foi trágica e controlada na medida certa.
4) O perfil do personagem Bill, apesar de toda a liberdade criativa da equipe do produtor Alan Ball, volta a se aproximar do original dos livros de Charlaine Harris. Gostei.
5) Está na cara que Joe Lee, pai de Sam, é pedófilo.
6) E, por fim, e não menos importante, o querido Lafayette arrumou um namorado: Jesus (não, não é esse que vocês estão pensando, mas o enfermeiro de sua mãe).

P.S.1: Não vejo a hora de chegar o domingo para conferir o que rola no próximo episódio.


P.S.2: Olha o James Frain como Franklin Mott... Frain, para quem não se lembra ou não acompanhou, interpretou Thomas Cromwell em The Tudors (mas o rei Henrique VIII mandou cortar sua cabecinha, tadinho...)

6 comentários:

  1. Cara de duende primo do Renato Aragão.Coitado

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  2. tudo bem. Vocẽ tem todo o crédito, afinal eu não assisti as temporadas completas. Mas você sabe né, como sou, mas que parece, parece.

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  3. É, o coitadinho é feinho mesmo... Mas o talento compensa.

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